No dia de hoje fez sol, contrapondo o conceito costumeiro de que é sempre o sol que faz o dia, mesmo quando escondido atrás das nuvens. Hoje as horas passaram devagar para que eu pudesse deleitar o fel e o mel da angústia de te ver. O meu dia parece que só existiu para você. Acordei pra te ver e vou dormir pensando
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Mais do que palavras, atitude.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Intimidade
Postado por Elenita de Castro às 09:25 7 comentários
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Os se's da nossa vida
Gustavo era o tipo de cara que qualquer mulher inteligente tenta evitar quando procura um namorado. A cara de santo, o corpo do pecado, mulherengo, engraçado e o pior, cheio de lábia. Isso mesmo, lábia. Aquela conversa no pé-de-ouvido com a voz branda - e nem por isso menos grossa - que faz as tuas pernas vacilarem por um instante de tão bambas e te faz esquecer daquele conselho sábio que o papai ensinou sobre não cair na conversa de qualquer malandro.
Ele tinha acabado de terminar o namoro com a melhor amiga da irmã dela. Ela escutava casos de amor nas horas vagas e prometia a si mesmo que não repetiria o erro das amigas. Era do tipo que ia sozinha ao cinema, rachava a conta nos encontros, pegava praia nos finais de semana e dava satisfações apenas pros coroas.
Júlia seria mais um troféu se Gustavo não tivesse se apaixonado pela sua espontaneidade. E essa teria sido uma bonita história de amor se Júlia fosse surda ou não tivesse horas vagas.
Postado por Elenita de Castro às 10:48 9 comentários